“Quando eu dou, eu como”…

SAMBA DA SILVIA
Joyce / Silvia Sangirardi

Quando eu dou, não tomo
multiplico, somo
amo, mas não domo
sou fada e gnomo.

Se dá errado o que faço
à depressão sou avessa
nunca deixei que um fracasso
me subisse à cabeça (quando eu dou…)

Agora basta ter calma
detonado o compromisso
tu devolve a minha alma
e não se fala mais nisso
(quando eu dou….)

Vai ver que é problema meu
uma neurose qualquer
mas será que homem nasceu
pra ser feliz com mulher? (mas quando eu dou…)

Chega pra cá, minha bela
abre os ouvidos, me escuta
devolve logo a costela
toma um rumo e vai à luta! (quando eu dou…)

Quando eu dou, não tomo
multiplico, somo
amo, mas não domo
sou fada e gnomo
quando eu dou
quando eu dou
quando eu dou, eu como.

Dou Mesmo Autor

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